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Cineclube Pólis promove sessão de CTRL-V :: video control

Carlos Gustavo Yoda Filed Under: Marcadores: , ,


DIA 20 DE MAIO (QUINTA-FEIRA) DE 2010

Um olhar sobre a sociedade videocrática contemporânea a partir de uma análise histórica da formação dos conglomerados de mídia, sua relação com o Estado norte-americano, bem como suas implicações nas culturas locais no atual fenômeno da convergência digital.

Exibição de conteúdo audiovisual da pesquisa transmidia CTRL-V que se manifesta em livro, webdocumentário e redes sociais e debate com os realizadores:

Leonardo Brant, Ricardo Giassetti e Fernanda Martins.


Sobre os debatedores

Fernanda Martins
é gestora cultural especialista em cooperação internacional é diretora do DiverCult, organização internacional sediada na Espanha que trabalha para a promoção da diversidade cultural em âmbito iberoamericano e CPLP. É formada em Relações Internacionais e posgraduada em Gestão Cultural, em Barcelona. Atualmente é responsável por gestão de patrocínios culturais pela Animus Consult.

Leonardo Brant
é pesquisador de políticas culturais e presidente da Brant Associados, consultoria estratégica para empreendimentos socioculturais. Criou e edita o blog Cultura e Mercado, autor do livro O Poder da Cultura, entre outros. Conferencista internacional e coordenador de cursos de formação na área cultural, Leonardo é um dos fundadores do Centro de Estudos de Mídia Entretenimento e Cultura - CEMEC. Coordena a pesquisa e dirigiu o webdcumentário Ctrl-V | VideoControl, sobre a indústria e as políticas para o audiovisual.

Ricardo Giassetti apresentou tendências interdisciplinares desde a adolescência, quando iniciou a carreira como jornalista. Ao longo dos anos, recebeu prêmios como escritor, roteirista, editor e publicitário, com trabalhos publicados no Brasil, EUA e Japão; e campanhas em mais de 20 países. Na publicidade e entretenimento especializou-se em storytelling, transmedia, crosscontent e digital ads. Criador da MOJO Books, atual consultor/tradutor de Convergência para a Editora Aleph e diretor da Oople.

Sobre o Cineclube Pólis

O Cineclube Pólis promove sessões de cinema com debate de filmes ausentes nos circuitos comerciais, constituindo-se num espaço convivial de encontros e intercâmbios entre o público participante e os realizadores.

É uma atividade da área de desenvolvimento cultural do Instituto Pólis e funciona desde de março de 2006.

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Articulação da Baixada Pró-Conferência agenda 1ª reunião

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O 1º encontro dos movimentos sociais da Baixada Santista Pró-Conferência Nacional de Comunicação já tem data e local marcado. A reunião de apresentação de proposta para formação de uma Comissão Pró Conferência de Comunicação na Baixada Santista será no dia 14 de abril, às 19 horas, na Estação da Cidadania (Av. Ana Costa, 240 - Santos).

Jornalistas da ong e ponto de cultura Camará, de São Vicente, já estão preparando uma carta de convocação aos sindicatos, organizações não governamentais, vereadores e universidades para debater políticas de comunicação na região.

A expectativa é organizar uma série de debates e diálogos com a sociedade para, garantir a organização das Pré-Conferências Municipais e formular propostas para a democratização do acesso aos meios de comunicação.

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Fábrica do Futuro lança dia 28 o seu canal audiovisual na internet

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Espaço colaborativo na internet irá abrigar e dar visibilidade à produção audiovisual no interior do estado. Mesa redonda transmitida ao vivo em WEBTV, dia 28, reunirá gestores, estudiosos e autoridades da TV Brasil e da Secretaria Estadual de Cultura de Minas Gerais. Público poderá participar por meio de chat

Através do projeto REDE GERAÇÃO DIGITALIGADA DE WEBVISÃO, será lançado na próxima quinta-feira, 28 de agosto, às 20h, o novo portal da FÁBRICA DO FUTURO (www.fabricadofututo.org.br). Haverá atividades simultâneas em várias cidades do interior, transmitidas ao vivo, em WEBTV. A Fábrica tem sede em Cataguases e é uma das mais ativas organizações do terceiro setor no estado, com atuação em diversas frentes voltadas para o trabalho de difusão do audiovisual e apropriação das novas tecnologias pelos jovens. Seu novo espaço virtual –que marca a transição para um novo status de atuação, integrando diversos projetos– vai além de um simples endereço na internet.

Gerenciado de forma colaborativa e integrado com outras redes digitais, o portal irá abrigar e dar visibilidade à produção dos núcleos audiovisuais da Fábrica do Futuro em cinco cidades do interior: Cataguases, Leopoldina, Muriaé, Juiz de Fora e Ouro Preto. O portal irá também aglutinar os diversos projetos da Fábrica do Futuro e uma rede de colaboradores no Brasil e no exterior, além de reunir informações sobre o programa 'Cultura Viva', do Ministério da Cultura, (do qual participa desde 2005), mobilizando a rede dos Pontos de Cultura espalhados pelo país.

LANÇAMENTO - 28 de agosto - quinta-feira - 20h

Para marcar o lançamento do portal e estimular os debates que a iniciativa provoca, será realizado, em Cataguases, uma mesa redonda com participação de gestores, estudiosos e autoridades do Ministério da Cultura, da TV Brasil e da Secretaria Estadual de Cultura. O tema será: "Democratização dos meios de comunicação, Internet e redes criativas: a produção audiovisual em tempos de convergência tecnológica".

Participantes - Leandro Saraiva, gerente de conteúdos da Diretoria de Programação da TV Brasil / Caetano Ruas, do Circo Voador Digital / Rodrigo Minelli, do Laboratório de Mídias da Escola de Comunicação da UFMG / Cesar Piva, gestor cultural da Fábrica do Futuro.

O debate será transmitido ao vivo, simultaneamente, pelo novo portal da Fábrica, em formato WebTV – www.fabricadofututo.org.br. Os internautas também poderão participar do evento por meio de chat, que estará disponível no site.

SOBRE O FUNCIONAMENTO DO PORTAL

De acordo com César Piva, gestor cultural da Fábrica do Futuro, "o portal tem o objetivo de desenvolver formas democráticas de expressão e acesso livre a conteúdos audiovisuais, com foco na diversidade cultural". O portal é desenvolvido integralmente em código aberto. Dessa forma, o sistema permite que, a partir de seu lançamento, os próprios integrantes da Fábrica do Futuro dêem continuidade e adaptem o espaço virtual, podendo ser atualizado e modificado inclusive por não-programadores.

REDE GERAÇÃO DIGITALIGADA DE WEBVISÃO

É um projeto desenvolvido pelo Instituto Cidades de Cataguases, gestora da Fábrica do Futuro com apoio do Fundo Estadual de Cultura e do BDMG. Sua proposta é estimular a criação de redes sociais de cooperação e criação audiovisual colaborativa, com jovens organizados em núcleos de produção em Cataguases, Leopoldina, Muriaé, Juiz de Fora e Ouro Preto. Ainda de acordo com Cesar Piva, gestor da Fábrica do Futuro, "a idéia é contribuir com a pesquisa e experimentação de novos modelos de criação, produção e promoção da diversidade cultural de Minas Gerais, como um exemplo de difusão de conteúdos audiovisuais e repertórios culturais na internet".

FÓRUNS DA FÁBRICA DO FUTURO

O lançamento do portal eletrônico integra o 3º Fórum da Fábrica do Futuro, um programa de atividades desenvolvidas ao longo do segundo semestre de 2008, que marca, do ponto de vista estrutural e de gestão, a transição do "projeto Fábrica do Futuro" para um status mais abrangente de atuação, melhor definido como um empreendimento cultural, envolvendo diversos projetos para Cataguases e outras cidades. O 1º fórum, em 2003, foi o ponto de partida para o lançamento da Fábrica do Futuro. O 2º Fórum, realizado em 2005, marcou a criação do Ponto de Cultura e a parceria fundamental com o programa Cultura Viva, do MinC.

SOBRE A FÁBRICA DO FUTURO

A Fábrica do Futuro – Residência Criativa do Audiovisual, com sede em Cataguases, Minas Gerais é um ambiente de pesquisa, criação, produção e difusão de conteúdos audiovisuais, culturais e educativos. Um centro de formação e produção de conhecimentos, compartilhados por processos colaborativos, para e com jovens inseridos em redes sociais criativas e produtivas. A Fábrica busca na apropriação social das novas tecnologias, a promoção de oportunidades para novos modelos de trabalho e empreendimento, na perspectiva da economia criativa da cultura e do desenvolvimento humano.

Novos Núcleos - O lançamento do Portal marca também a implantação de quatro novos núcleos da Fábrica do Futuro nas cidades de Juiz de Fora, Muriaé, Leopoldina e Ouro Preto. Cada núcleo conta com um coordenador local, uma equipe de 10 jovens voluntários, um kit multimídia composto por ilha de edição, filmadora e celular multimídia.

O Instituto Cidade de Cataguases é o gestor da Fábrica do Futuro, inaugurada em julho de 2005, como um ponto de cultura do Programa de Cultura do Ministério da Cultura e integrante de um amplo programa de Cultura e Desenvolvimento na cidade de Cataguases. Esse programa tem como foco estrutural a economia criativa do setor audiovisual, as novas tecnologias e a juventude. Para isso, a Fábrica do Futuro criou a RECRIA - Residência Criativa do Audiovisual, como um ambiente permanente, responsável pela realização de diversos projetos. Dentre eles destacamos:

- Projetos Conexão Digital, Cidades Digitais e Identificar, em parceria com a VIVO;

- Tela Viva em parceria com o Instituto Votorantin;

- Cidades Invisíveis: um ponto de cultura digital com a REDE MINAS, a CONTATO de BH e Ministério da Cultura;

- Festival CINEPORT e Festival de Ver e Fazer Filmes, com a Fundação Ormeo Junqueira Botelho e Energisa;

- Centro Multimídia de Memória da Indústria Têxtil, em parceria com o Instituto Francisca de Souza Peixoto e a Cia Industrial Cataguases;

- Pólo de Animação, Jogos Eletrônicos e Novas Linguagens: um Termo de Cooperação com SEBRAE.

SUGESTÃO DE ENTREVISTA

Cesar Piva – gestor cultural da Fábrica do Futuro

SERVIÇO

Lançamento - Projeto Rede Geração Digitaligada de Webvisão

Dia 28/8 – quinta-feira - 20h

Local: Avevida Humberto Mauro, 340 – Cataguases/MG

* O evento será transmitido ao vivo pelo endereço: www.fabricadofuturo.org.br

PARA AGENDAMENTO DE ENTREVISTAS E OUTRAS INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA

Fumaça Corp. – Jornalismo e Assessoria de Imprensa

Vinícius Resende, Rafael Minoro e Artênius Daniel

(31) 3309.6031 / 6071 - 9795.7171


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Mídias Colaborativas em Cataguases - MG

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Desembarquei nesta quarta-feira em Cataguases, cidade da Zona da Mata de Minas Gerais. A convite dos parceiros Artur de Leos e de Cesar Piva, estou coordenando a Oficina de Mídias Colaborativas do projeto Fábrica do Futuro - Cidades Digitais.

Serão três dias de reflexões e produção de conteúdo baseado na proposta de jornalismo cultural, sem necessariamente estarem amarrados a formatos de produção. O objetivo é ativar uma rede de comunicação a partir de quatro núcleos com cerca de 50 colaboradores espalhados pelos municípios da região.

Além dos trabalhos intensivos da oficina, na sexta-feira, dia 18, Alexis Parrot media o debate Redes Sociais, Mídias Livres e Jornalismo Cultural, que divido voz com Pedro Markun, do Jornal de Debates, e Cesar Piva, criador da Fábrica do Futuro e membro do Conselho Nacional de Políticas Culturais.


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China restringe animações estrangeiras na TV

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O governo chinês restringiu a transmissão de desenhos animados estrangeiros. Entre às 17 e 21 horas, os canais de TV das cinco da tarde às oito da noite. Apesar de as emissoras poderem transmitir animações estrangeiras nas outras vinte horas do dia, a BBC classificou a política da China de incentivo à produção local como "censura".

Cartoons japoneses, sul-coreanos e americanos serão os mais atingidos. A Administração Estatal de Rádio, Filme e TV (SARF, na sigla em inglês), departamento responsável pela proibição, espera "incrementar a supervisão sobre os desenhos animados e criará um ambiente favorável à indústria nacional de animação".

A SARF controla todos os desenhos estrangeiros que vão ao ar e somente programas pré-aprovados podem ser exibidos. A partir de maio as co-produções chinesas com estúdios internacionais também passarão a ter de pedir autorização para poderem ser transmitidas.

Além disso, desde 2004, o governo já exige que os canais de televisão respeitem uma proporção de sete itens nacionais para cada três internacionais no número de desenhos presentes na grade de programação.

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Cinema nacional em alta

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Reportagem da Agência Brasil do dia 23 destacou a revelação de aumento de público para o cinema nacional. Um estudo inédito realizado pelo Fórum de Festivais e pelo Instituto Brasileiro de Estudos de Festivais Audiovisuais (Ibefest) identificou que a popularidade do cinema brasileiro vem aumentando.

O Diagnóstico Setorial 2007/Indicadores 2006 dos Festivais Audiovisuais mostrou que, só em em 2006, as produções nacionais reuniram público de 2.209.559 de pessoas nos festivais. No mesmo ano, mais de 9 milhões de brasileiros visitaram as salas de cinema para assistir a filmes nacionais.

De acordo com a pesquisa, o número de festivais de cinema também cresceu no país, passando de 44, em 2000, para 132 em 2006, o que significa aumento médio de 19,82% por ano. Roraima e Acre foram os únicos estados que não organizaram festivais nesse período. O diagnóstico informou também que a Região Sudeste concentra a maioria dos eventos: 51%.

O lançamento da pesquisa ocorreu durante o décimo encontro dos integrantes do Fórum de Realizadores de Eventos Audiovisuais Brasileiros, no dia 21 de janeiro, em Belo Horizonte.

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As novas caçadas do Audiovisual

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O Globo reportou a posse do novo secretário do Audiovisual do MinC, o cineasta Silvio Da-Rin. A reportagem de André Miranda publicada no sábado, dia 12, destacou "maciça presença da classe cinematográfica". Orlando Senna deixou o cargo para assumir a direção da TV Brasil.

A solenidade foi realizada no Palácio Gustavo Capanema, sede do Ministério da Cultura (Minc) no Rio, no último dia 10, e teve como cicerone o próprio ministro da Cultura, Gilberto Gil.
"Nosso cinema é uma tradição com um nobre passado e um extraordinário futuro. Se formos capazes de garantir a articulação dos roteiristas, diretores, atores, técnicos, e articular essa força com as novas formas tecnológicas, teremos dado um importante passo para tornar o Brasil um grande pólo mundial produtor e exportador audiovisual", discursou o ministro.
Da-Rin prometeu empenho na busca por financiamento principalmente para as produções de baixo custo. “Oxóssi não atira na caça, mas aonde a caça vai passar”, afirmou na cerimônia Gustavo Dahl, que assumiu a direção do Centro Técnico Audiovisual (CTAv). "Há um debate latente no cinema brasileiro entre democratização e qualidade", afirmou Dahl, citando Paulo Emílio Salles Gomes, Humberto Mauro, Romário e até o orixá Oxóssi. "Eu aprendi que o Oxóssi não atira na caça, mas aonde a caça vai passar".

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